Publicado por jcmcjr em 2011 abr 04.
A consolidação das grandes cias aéreas corre pelo mundo, inclusive na América Latina. British + Iberia com parceria da American, Delta + Northwest com acordo Air France/KLM que por sua vez tem participação na Alitalia, Lufthansa assumindo a Swiss e Austrian, United + Continental, Singapore e participações na Virgin e cias chinesas.
O exemplo mais perto de nós é a união entre a Avianca, Taca e Avianca Brasil (OceanAir), que ainda caminha a passos lentos pelo menos pelo lado de cá do Brasil. Talvez essa fusão tenha sido um dos maiores motivadores da reação da Lan/Tam.
O atual presidente do Chile, Sr Piñera era um dos acionistas majoritários da Lan e teve que se desfazer de suas ações. Prometeu isso antes de assumir o Governo do Chile. No momento da venda das ações de Piñera, a Tam foi frequentemente lembrada como compradora dessas ações em razão da boa relação entre a família Amaro e as duas famílias que controlam a Lan. Porém, o negócio acabou não se concretizando e uma parte das ações de Piñera foram vendidas em bolsa. A maior parte foi vendida a outra família, os Cueto, que controla agora a Lan com dinheiro de empréstimos para aquisição da parte dos Piñera.
O comunicado de ambas as cias aéreas ao mercado, obrigatório em casos como as das duas cias aéreas que são listadas em bolsa, fala que a Tam, controladora da Tan Linhas Aéreas, deixa de existir com empresa e passa a fazer parte da Holding LAN que passará a ser chamada de LATAM. As ações da Tam saem da BOVESPA e da Bolsa de Nova Iorque e seus acionistas receberão 0,9 papeis (BDR) da LATAM por cada ação da Tam. As ações das nova LATAM continuam sendo negociadas na bolsa de Santiago e de nova Iorque.
O CEO da Lan, Enrique Cueto, será o CEO da LATAM.
79% das ações ON (com direito a voto) da Latam estarão na mão da antiga Lan e 20,4% dessas ações ficarão na mão da Tam, segundo a Exame.
Tudo leva a crer que na verdade a Lan comprou a Tam e a coisa só não pode ser exposta assim, por limitações governamentais brasileiras e até por uma questão de marketing (a Tam ainda luta para substituir a Varig no coração dos brasileiros). Para poder superar a limitação legal brasileira que impede que uma cia nacional seja controlada por mais de 20% de capital externo (está no Congresso ainda o aumento da participação para 49%), a Tam vai repassar todas suas ações PN para a Latam e apenas 20% das ON para a nova empresa.
O certo é que todos os detalhes dessa fusão ou compra da Tam pela Lan não foram explicitados. Mas a Lan tem sido muito mais competente ($$$) que a Tam em operar um modelo híbrido a la low cost dentro da Amércia do Sul e de cia tradicional em vôos para o exterior e a Tam mostra não conseguir acertar seus ponteiros.
Como sempre acontece nessas fusões, e principalmente por uma questão nacionalista, as cias devem inicialmente continuar operando com seus respectivos nomes e programas de fidelidade.
Mas o futuro pode trazer mudanças. O certo é que a Avianca/TACA já anunciou que milhas dos programas de fidelidade de ambas as cias podem ser transferidos entre os programas.
O Multiplus pode até ser uma ferramenta de troca de KM por Pontos e vice-versa no futuro que permitirá, pelo menos que em um momento intermediário, que o Lan Pass e o Fidelidade Tam continuem independentes sem ser tão independentes assim. Se isso acontecer, emitir uma passagem usando Pontos ou KM para Papetee voando Lan vai ser a coisa mais difícil do mundo e voar para os EUA partindo do Brasil pela Lan deve consumir mais milhas ou KM…
Outra questão a ser esclarecida é como duas cias aéreas do mesmo grupo farão parte de duas alianças aéreas diferentes. Isso seria inédito em se tratando de duas grandes cias áerea (a Continental recentemente deixou a Skyteam para se juntar a Star Alliance com a United). Será que a Tam vai jogar fora todo investimento para se tornar Star Alliance (o processo é caro) ou a Lan vai aproveitar para sair da Aliança Oneword dominada pela American/Iberia/British abrindo caminho para a Gol devido ao vácuo criado?
O certo é que o Brasil entrou definitivamente no mundo das fusões aéreas e não se engane, a Gol não deve conseguir escapar do interesse externo no futuro. Só falta a legislação brasileira cooperar mais um pouco para que vejamos uma consolidação maior no Brasil.
A Tap é que deve estar muito preocupada ou agora deve fazer planos de unir-se a Latam.
Muitas dúvidas e especulações ainda permanecem…
Fonte: http://www.aquelapassagem.com.br/lan-e-tam-anunciam-intencao-de-fundir-se-ou-foi-compra-mesmo-saiu-a-lan-brasil/
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Publicado por jcmcjr em 2011 abr 04.
A fusão da TAM com a LAN é o pontapé inicial numa série de mudanças pelas quais a aviação civil brasileira vai passar daqui em diante. De olho na ampliação do capital externo para 49% nas empresas nacionais, em tramitação adiantada no Congresso e que deve passar até o primeiro semestre de 2011, o mercado está se mexendo. A bola da vez pode ser a WebJet, alvo de interesse da companhia irlandesa de baixo custo Ryanair. Diretores da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) relatam que foram procurados no início de junho por um executivo do banco Merril Lynch em nome da Ryanair.
No mesmo período – quando o Congresso deixou claro que a mudança, apoiada pelo governo, será aprovada – representantes das gigantes de logística e carga, as americana Fedex, UPS e a alemã DHL, também procuraram a Anac. Consultores do setor em Brasília e em São Paulo contam que também estão sendo sondados por essas companhias.
Azul e Trip também devem aproveitar mudança na lei
As conversas são ainda reservadas e têm como objetivo detectar sócios e aprofundar conhecimentos sobre o mercado brasileiro, contou um consultor. Oficialmente, esses grupos não se manifestaram, sob alegação de que podem prejudicar demandas futuras.
Segundo Respício do Espírito Santo Júnior, presidente da Cepta, instituto de estudos do setor aéreo, a ampliação do capital estrangeiro vai aumentar a concorrência, e propiciar a geração de empregos. Ele disse que algumas empresas nacionais despertam interesse de grupos estrangeiros de grande rentabilidade.
- Caso da Ryanair e da alemã Lufthansa, e também de megainvestidores em aviação, como Richard Branson (da Virgin) e os grupos Macquarie e TPG.
Entre as nacionais, a Gol informou que a intenção é aproveitar essa flexibilidade para captar novos recursos na Bolsa (a Gol tem ações listadas aqui e em Nova York) para fazer frente a novos planos de expansão.
- Não pretendemos vender parte da companhia, mas aumentar os negócios na Bolsa – garantiu o vice-presidente de Planejamento Estratégico e Finanças da Gol, Leonardo Pereira.
Azul e Trip, de acordo com interlocutores, também estão em compasso de espera para o segundo semestre de 2011. Para especialistas, o primeiro passo foi dado no acordo entre LAN e TAM. A empresa tem capital, mas não tinha como se expandir no Chile, um país pequeno.
A situação para as cargueiras, gigantes no mundo, também é promissora no Brasil, onde o segmento é explorado por empresas pequenas e com aviões obsoletos. As cargueiras internacionais estão capitalizadas e têm frota moderna. E não precisam enfrentar os gargalos dos terminais de passageiros.
O autor do texto substitutivo que foi aprovado na comissão especial da Câmara, Rocha Loures (PMDB-PR), disse que a expectativa é que a proposta seja votada pelo plenário da Casa na primeira quinzena de novembro, logo depois das eleições. Ainda precisa passar pelo crivo do Senado.
Fonte: O Globo
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Publicado por jcmcjr em 2011 abr 04.
Companhia nega que passa por crise e diz que problemas recentes, como ameaça de greve e pane no sistema, são questões pontuais
Os holofotes estão nas líderes do setor aéreo brasileiro. De um lado, a TAM anuncia uma fusão com a Lan Chile e forma a maior empresa do ramo na América Latina. Na Gol, sua maior concorrente, a novidade é a ameaça de greve dos funcionários, feita nesta sexta-feira. A insatisfação dos trabalhadores é mais um dos problemas enfrentados pela Gol nas últimas duas semanas. O primeiro deles foi uma série de atrasos e cancelamentos de voos, provocada por erros na escala da tripulação. A sequência de reveses evidencia um momento difícil para a Gol, responsável por 38% do mercado doméstico de aviação.
A Gol nega uma crise institucional. “As situações que ocorreram foram pontuais”, afirmou ao iG o diretor de comunicação da empresa, Hélio Muniz. O executivo ressaltou que as projeções da companhia para o resultado financeiro e operacional de 2010 foram mantidas. “Os resultados do terceiro trimestre não foram materialmente afetados pelas ocorrências da virada do mês”, disse.
Os especialistas em aviação consultados pelo iG consideram que, de fato, o impacto financeiro será pouco significativo. Para eles, o principal risco enfrentado atualmente pela Gol é uma crise de imagem. “Uma greve prejudica a empresa porque ela perde mercado. Ela pode gerar uma desconfiança entre os passageiros e uma migração para outras companhias”, afirmou Rosângela Ribeiro, analista de aviação da corretora SLW.
Caso a greve se confirme, o cenário esperado no curto prazo é semelhante ao que ocorreu entre os dias 31 de julho e 3 de agosto, afirma Brian Moretti, analista do setor da corretora Planner. Na ocasião, voos foram adiados ou cancelados por falta de tripulação, provocada por uma falha no sistema que define a escala da equipe.
Se houver uma paralisação das atividades dos trabalhadores mais prolongada, a empresa pode até perder seus slots (horários de pouso ou decolagem) em aeroportos mais disputados, como Congonhas. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pode retomar esses espaços de companhias que não atingirem uma média de regularidade e pontualidade superior a 80% das operações em um período de 90 dias.
A gravidade das consequências de uma possível greve na Gol deve levar a empresa a buscar acordos com os trabalhadores. “A greve é uma medida extrema, a ser tomada apenas em último caso, quando trabalhadores e empregador esgotaram todas as suas tentativas de negociações. Não é o caso”, disse Muniz. Ele ressaltou que não há suspensão das atividades dos funcionários confirmada até o momento e que as operações da Gol ocorrerão normalmente.
Estado de greve
Os funcionários da Gol estão em estado de greve desde sexta-feira. A decisão, tomada em assembleias organizadas pelos sindicatos dos aeronautas (pilotos e comissários de bordo) e aeroviários (equipe de solo), significa que continuarão a trabalhar, porém, podem paralisar as atividades a qualquer momento.
Fonte: IG
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Publicado por jcmcjr em 2011 abr 04.
Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza e Recife. Duas dessas cidades receberão três voos semanais diretos da Iberia a partir de Madri no 1º trimestre de 2011. Na próxima semana, executivos da companhia aérea se reunirão para definir quais serão as capitais beneficiadas. A informação é de André Lorenzetti, diretor comercial Brasil. “Em setembro as vendas de passagens já serão iniciadas”, garante Lorenzetti. Atualmente, a empresa possui frequências para São Paulo e Rio de Janeiro.
Fonte: Mercados e Eventos / Direto do Voo
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Publicado por jcmcjr em 2010 ago 08.
A Azul Linhas Aéreas recebeu hoje mais duas aeronaves Embraer 195. Agora a frota da companhia já é de 21 aeronaves, sendo dez Embraer 190 e 11 Embraer 195. As duas novas aeronaves entrarão em operação nas próximas horas. A expectativa da aérea é fechar o ano com 26 aeronaves.
A Azul aumentou o pedido de aeronaves para a Embraer este ano ao encomendar cinco aeronaves extras. Fora das 76 pedidas no anúncio da criação da empresa em 2008. No fim de 2009, a frota da Azul era composta de 14 aeronaves.
Fonte: Panrotas
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Publicado por jcmcjr em 2010 ago 08.
A união entre a Lan Chile e a TAM será o maior caso a ser analisado por meio de parceria entre o Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Isso será possível porque, em novembro de 2009, os dois órgãos assinaram um convênio para que os trabalhos fossem realizados em conjunto.
Alguns casos no setor aéreo já contaram com a colaboração do trabalho de funcionários das duas casas. Nenhum, no entanto, teve tanta relevância como este terá, na perspectiva de membros do conselho. Ainda que o Cade leve em consideração a decisão da Anac sobre qualquer caso, não necessariamente o órgão antitruste realizará um julgamento com resultado na mesma direção.
O argumento que explica a possibilidade de decisões diferentes para o mesmo assunto é o de que enquanto a Anac avaliará a junção das empresas sob o ponto de vista do setor, o Cade fará a análise levando em conta a concorrência. As empresas terão de submeter o negócio ao Cade, apesar de a Lan ter origem estrangeira, porque as duas companhias atuam no Brasil e a operação terá conseqüências para o mercado local. A perspectiva é a de que a conclusão do negócio seja feita em um período de seis a nove meses.
As empresas terão um prazo de até 15 dias, a contar da última sexta, no entanto, para submeter a união à avaliação do Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (SBDC), do qual o Cade faz parte. Até lá, segundo a assessoria de imprensa do conselho, os membros do Cade não se pronunciarão. O SBDC não tem prazo para julgar operações. Pela operação, a família Amaro, dona da TAM, ficará com 13,5% da empresa que resultará desse acordo, a Latam. Já a família Cueto, da Lan, terá 24%.
Otimismo
Os principais executivos da TAM acreditam que o acordo de união com a chilena LAN, anunciada na sexta-feira, será aprovado por autoridades brasileiras. “Estamos muito confiantes de que a operação atende a todo o arcabouço legal brasileiro do setor de aviação civil”, afirmou o presidente da TAM S.A., Marco Antonio Bologna.
Bologna revelou que ele e a presidente do Conselho de Administração da TAM S.A., Maria Cláudia Amaro, estiveram reunidos com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na própria sexta-feira, no fim da tarde, para expor o acordo firmado com a LAN. Enquanto isso, o presidente da TAM Linhas Aéreas e diretor financeiro da TAM S.A., Líbano Barroso, conversou com a presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Vieira.
“Nosso cenário é que, com certeza, isso será aprovado. É claro que a decisão não é nossa. Mas tomamos o cuidado de cumprir toda a legislação e termos tido assessores de muita qualidade no processo”, disse Barroso.
Pela operação proposta, as ações preferenciais e ordinárias da TAM, exceto 80% das ordinárias que pertencem à família Amaro, serão substituídas por novas ações da LAN. A TAM Linhas Aéreas será uma subsidiária de capital fechado da LAN, que será batizada de Latam.
As regras do setor aéreo no Brasil determinam que as companhias aéreas nacionais não podem ter mais de 20% das ações ordinárias nas mãos de investidores estrangeiros.
Fonte: Monitor Mercantil
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Publicado por jcmcjr em 2010 ago 08.
Apesar da união entre TAM e LAN formando a LATAM Airlines Group estar nos passos iniciais de um processo que segundo ambas poderá demorar até nove meses para ser concluído, sendo ainda necessária autorização das autoridades de Brasil e Chile para a efetivação, o interesse do mercado já é grande em relação a qual aliança global receberá a gigante sul-americana entre seus membros.
Segundo informações da ATI, tal decisão não está, entretanto, nos planos imediatos da LATAM. Isso significa que por algum tempo, podendo chegar a até dois anos, TAM e LAN continuarão integrando alianças separadas, com a brasileira ocupando sua posição recém efetivada na Star Alliance e a chilena mantendo-se na Oneworld, onde já está há dez anos.
Conforme explicou o Presidente da TAM, Líbano Barroso, tanto a TAM quanto a LAN estão focadas no processo de integração e acreditam que ainda é cedo para pensar em alianças, o que ocorrerá somente após concluído o processo de efetivação da LATAM.
Uma vez finalizados todos os trâmites legais para a criação da LATAM as companhias passarão então à integração da malha, este sim o momento mais adequado para iniciar o processo de avaliação estratégica sobre qual caminho seguir em relação a alianças, seja ele permanecer onde cada uma está ou mover todo o grupo para uma única aliança.
fonte: Portal CR / Direto do Voo
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Publicado por jcmcjr em 2010 ago 08.
O gerente de combustíveis da TAM, Paulus Figueiredo, afirmou hoje que a companhia pretende realizar em outubro o primeiro teste com bioquerosene de aviação em parceria com a Airbus. Segundo ele, a fabricante de aviões finaliza os testes de laboratório para certificar o combustível, feito a partir de óleo de pinhão. A ideia é realizar um voo “Galeão-Galeão”, disse Figueiredo, decolando e pousando no mesmo aeroporto.
O teste faz parte de um projeto para reduzir emissões de gás carbônico nos voos da companhia, evitando multas que serão cobradas pela União Europeia. Segundo o executivo, a TAM calcula que teria de pagar entre 3 e 6 milhões de euros por ano por suas emissões em rotas para a Europa. “Com a adição de bioquerosene, a redução da multa é proporcional ao porcentual do biocombustível”, explicou Figueiredo, em entrevista após palestra no evento “Do petróleo ao Biocombustível”, promovido pela Hart Consulting, no Rio.
As duas parceiras estão em processo de certificação de uma mistura de até 50% de bioquerosene com querosene de petróleo. Figueiredo explicou, no entanto, que os altos custos de produção do biocombustível não permitiriam o uso do porcentual máximo. “A ideia é acrescentar 1% no primeiro ano e ir crescendo à medida em que se tornar mais competitivo”, disse o executivo. A primeira batelada de bioquerosene produzida pela TAM foi feita com quatro toneladas de pinhão manso adquiridas junto a pequenos produtores e transformadas em biodiesel nos Estados Unidos.
Fonte: Abril
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Publicado por jcmcjr em 2010 ago 08.
Apesar da união entre TAM e LAN formando a LATAM Airlines Group estar nos passos iniciais de um processo que segundo ambas poderá demorar até nove meses para ser concluído, sendo ainda necessária autorização das autoridades de Brasil e Chile para a efetivação, o interesse do mercado já é grande em relação a qual aliança global receberá a gigante sul-americana entre seus membros.
Segundo informações da ATI, tal decisão não está, entretanto, nos planos imediatos da LATAM. Isso significa que por algum tempo, podendo chegar a até dois anos, TAM e LAN continuarão integrando alianças separadas, com a brasileira ocupando sua posição recém efetivada na Star Alliance e a chilena mantendo-se na Oneworld, onde já está há dez anos.
Conforme explicou o Presidente da TAM, Líbano Barroso, tanto a TAM quanto a LAN estão focadas no processo de integração e acreditam que ainda é cedo para pensar em alianças, o que ocorrerá somente após concluído o processo de efetivação da LATAM.
Uma vez finalizados todos os trâmites legais para a criação da LATAM as companhias passarão então à integração da malha, este sim o momento mais adequado para iniciar o processo de avaliação estratégica sobre qual caminho seguir em relação a alianças, seja ele permanecer onde cada uma está ou mover todo o grupo para uma única aliança.
fonte: Portal CR / Direto do Voo
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Publicado por jcmcjr em 2010 ago 08.
A união entre a Lan Chile e a TAM será o maior caso a ser analisado por meio de parceria entre o Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência (Cade) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Isso será possível porque, em novembro de 2009, os dois órgãos assinaram um convênio para que os trabalhos fossem realizados em conjunto.
Alguns casos no setor aéreo já contaram com a colaboração do trabalho de funcionários das duas casas. Nenhum, no entanto, teve tanta relevância como este terá, na perspectiva de membros do conselho. Ainda que o Cade leve em consideração a decisão da Anac sobre qualquer caso, não necessariamente o órgão antitruste realizará um julgamento com resultado na mesma direção.
O argumento que explica a possibilidade de decisões diferentes para o mesmo assunto é o de que enquanto a Anac avaliará a junção das empresas sob o ponto de vista do setor, o Cade fará a análise levando em conta a concorrência. As empresas terão de submeter o negócio ao Cade, apesar de a Lan ter origem estrangeira, porque as duas companhias atuam no Brasil e a operação terá conseqüências para o mercado local. A perspectiva é a de que a conclusão do negócio seja feita em um período de seis a nove meses.
As empresas terão um prazo de até 15 dias, a contar da última sexta, no entanto, para submeter a união à avaliação do Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (SBDC), do qual o Cade faz parte. Até lá, segundo a assessoria de imprensa do conselho, os membros do Cade não se pronunciarão. O SBDC não tem prazo para julgar operações. Pela operação, a família Amaro, dona da TAM, ficará com 13,5% da empresa que resultará desse acordo, a Latam. Já a família Cueto, da Lan, terá 24%.
Otimismo
Os principais executivos da TAM acreditam que o acordo de união com a chilena LAN, anunciada na sexta-feira, será aprovado por autoridades brasileiras. “Estamos muito confiantes de que a operação atende a todo o arcabouço legal brasileiro do setor de aviação civil”, afirmou o presidente da TAM S.A., Marco Antonio Bologna.
Bologna revelou que ele e a presidente do Conselho de Administração da TAM S.A., Maria Cláudia Amaro, estiveram reunidos com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na própria sexta-feira, no fim da tarde, para expor o acordo firmado com a LAN. Enquanto isso, o presidente da TAM Linhas Aéreas e diretor financeiro da TAM S.A., Líbano Barroso, conversou com a presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Vieira.
“Nosso cenário é que, com certeza, isso será aprovado. É claro que a decisão não é nossa. Mas tomamos o cuidado de cumprir toda a legislação e termos tido assessores de muita qualidade no processo”, disse Barroso.
Pela operação proposta, as ações preferenciais e ordinárias da TAM, exceto 80% das ordinárias que pertencem à família Amaro, serão substituídas por novas ações da LAN. A TAM Linhas Aéreas será uma subsidiária de capital fechado da LAN, que será batizada de Latam.
As regras do setor aéreo no Brasil determinam que as companhias aéreas nacionais não podem ter mais de 20% das ações ordinárias nas mãos de investidores estrangeiros.
Fonte: Monitor Mercantil
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